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O papel decisivo do Bradesco na venda da Braskem

O papel decisivo do Bradesco na venda da Braskem
Não é novidade que o mercado financeiro está em constante movimento e mudanças. Empresas se fundem, adquirem outras, e isso faz parte do jogo do capitalismo. No entanto, há algumas situações que chamam mais atenção do que outras, como é o caso do recente encontro entre um banco e uma gestora que adquiriu o controle de uma grande petroquímica. A gestora em questão é a Vinci Partners, que comprou o controle da petroquímica Innova, antes pertencente à Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi. O banco, por sua vez, é o Itaú Unibanco, que já havia cruzado caminhos com a Vinci Partners em outras ocasiões. A primeira vez que o Itaú e a Vinci se encontraram foi em 2015, quando o banco ajudou a gestora a captar recursos para o Fundo de Investimento em Participações (FIP) Vinci Energia. Na época, o fundo captou R$ 1,1 bilhão e investiu em empresas do setor de energia, como a Elektro e a CPFL. Já em 2019, o Itaú atuou como assessor financeiro da Vinci na aquisição da empresa de tecnologia Linx, em uma transação de R$ 6,1 bilhões. Na ocasião, o banco também participou da oferta pública de ações da Linx, que captou R$ 1,2 bilhão. Agora, em 2021, o Itaú volta a se unir à Vinci, desta vez como assessor financeiro na compra do controle da Innova. A gestora adquiriu 50,1% das ações da petroquímica, em uma transação de R$ 1,4 bilhão. Além disso, o Itaú também participou da oferta pública de ações da Innova, que captou R$ 1,2 bilhão. Essa parceria entre o Itaú e a Vinci é mais um exemplo da força do mercado financeiro brasileiro. O banco, que é um dos maiores do país, tem uma forte atuação em fusões e aquisições, e a Vinci é uma gestora reconhecida por suas habilidades em investimentos de private equity e em operações de fusões e aquisições. Além disso, a compra do controle da Innova pela Vinci é uma prova de que o setor de petroquímica no Brasil está em alta. A Innova é uma empresa que atua na produção de resinas termoplásticas e possui uma posição de destaque no mercado nacional. Com essa aquisição, a Vinci se consolida ainda mais no setor, o que pode trazer benefícios para a economia do país. Outro fator importante a ser destacado é a confiança que o Itaú tem na Vinci. O banco já atuou como assessor financeiro em outras operações da gestora, o que demonstra a credibilidade e o profissionalismo da empresa. Essa relação de confiança é essencial no mercado financeiro, onde a credibilidade é um dos principais pilares para o sucesso dos negócios. Além disso, a compra do controle da Innova pela Vinci mostra a força do mercado de private equity no Brasil. Esse tipo de investimento tem ganhado cada vez mais destaque no país, e a Vinci é uma das gestoras que mais tem se destacado nessa área. Com essa operação, a empresa reforça sua posição como uma das principais gestoras de private equity do país. Por fim, é importante ressaltar que essa não é a primeira vez que o Itaú e a Vinci se unem em uma operação de sucesso. Essa parceria é um exemplo de como empresas com experiências e habilidades complementares podem trabalhar juntas para alcançar resultados positivos. E, com certeza, não será a última vez que essas duas gigantes do mercado financeiro irão se encontrar.
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