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Ministro: Resultado do Caged de 2025 não é desprezível, o governo vê como um bom dado

Ministro: Resultado do Caged de 2025 não é desprezível, o governo vê como um bom dado
O ex-ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, voltou a criticar os juros altos praticados pelo Banco Central e questionou as diretrizes do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em uma entrevista recente, Marinho afirmou que a alta taxa de juros tem sido um dos principais fatores responsáveis pela desaceleração da economia brasileira. Segundo o ex-ministro, a política de juros altos adotada pelo governo tem impactado diretamente no crescimento do país, tornando-o menos competitivo e prejudicando a geração de empregos. Ele ressaltou que, enquanto os países desenvolvidos adotam uma política de juros baixos para estimular a economia, o Brasil segue na contramão, com uma das maiores taxas de juros do mundo. Marinho também questionou as diretrizes do CMN, órgão responsável por definir a política monetária do país. Ele acredita que o Conselho está mais preocupado em controlar a inflação do que em promover o crescimento econômico. Para o ex-ministro, é preciso repensar essa política e buscar alternativas para reduzir os juros e impulsionar a economia. Essa não é a primeira vez que Luiz Marinho se posiciona contra os juros altos. Durante sua gestão como ministro do Trabalho e Emprego, ele já havia defendido a redução da taxa de juros como forma de estimular a criação de empregos e o crescimento econômico. No entanto, suas críticas ganharam ainda mais força após a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2025. De acordo com o Caged, o Brasil registrou um saldo positivo de 1,5 milhão de empregos formais no ano de 2025. Um número considerado positivo pelo governo, mas que, para Marinho, não é suficiente para impulsionar a economia e gerar um crescimento sustentável. Ele ressaltou que, se não fossem os juros altos, esse resultado poderia ter sido ainda melhor. O ex-ministro também destacou que, apesar do saldo positivo, o país ainda enfrenta um alto índice de desemprego, principalmente entre os jovens e os trabalhadores menos qualificados. Para ele, é preciso adotar medidas mais efetivas para estimular a criação de empregos e garantir uma recuperação econômica mais sólida e duradoura. As críticas de Luiz Marinho encontram eco em diversos setores da sociedade. Economistas, empresários e representantes de trabalhadores também têm se posicionado contra os juros altos e cobrado do governo uma mudança na política monetária. Eles acreditam que, além de prejudicar a economia, os juros altos também impactam diretamente no bolso dos brasileiros, tornando o crédito mais caro e dificultando o acesso ao consumo. Diante desse cenário, é importante que o governo ouça as críticas e busque alternativas para reduzir os juros e estimular a economia. É preciso encontrar um equilíbrio entre o controle da inflação e o crescimento econômico, garantindo um ambiente favorável para a geração de empregos e o desenvolvimento do país. É importante ressaltar que a redução dos juros não é uma tarefa fácil e exige medidas estruturais e uma gestão responsável da economia. No entanto, é preciso que o governo tenha coragem e determinação para enfrentar esse desafio e buscar soluções que possam impulsionar o crescimento do país. Portanto, as críticas de Luiz Marinho devem ser vistas como um alerta para que o governo repense sua política monetária e adote medidas mais efetivas para estimular a economia. É preciso que
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