Dívida pública federal cai 0,28% em setembro, para R$ 8,12 trilhões, diz Tesouro
No mundo econômico, acompanhamos diariamente as oscilações e variações dos indicadores financeiros, desde a bolsa de valores até a taxa de juros. E entre esses indicadores, o que chama atenção e preocupa é a dívida pública federal. Porém, recentemente, tivemos uma boa notícia: a dívida pública federal apresentou uma queda de 0,28% em setembro, totalizando R$ 8,12 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional.
Essa queda é resultado de uma série de medidas adotadas pelo governo, que vem buscando equilibrar as contas públicas e reduzir o endividamento do país. E isso é crucial para a economia brasileira, pois uma dívida pública elevada pode gerar instabilidade e afetar diretamente a vida dos cidadãos.
Além disso, dentre os três componentes da dívida pública federal, todos apresentaram redução em setembro. A dívida interna caiu 0,41% e a externa teve uma leve queda de 0,03%. Já a dívida previdenciária apresentou uma redução de 0,09%, impulsionada pelo pagamento de R$ 39,07 bilhões em títulos públicos utilizados para quitar a dívida com o INSS.
Outro dado importante é que a dívida pública federal em títulos, que é a parcela da dívida que é negociada no mercado financeiro, também apresentou uma queda de 0,22% em setembro, totalizando R$ 4,94 trilhões. Isso significa que o Tesouro está conseguindo emitir menos títulos para financiar seus gastos, o que é um sinal positivo de que as contas públicas estão sendo controladas.
Vale ressaltar que essa queda da dívida pública federal não é um fenômeno isolado. Desde o início do ano, temos observado uma trajetória de redução do endividamento do país. E isso é reflexo das medidas adotadas pelo governo, como o teto dos gastos públicos e a reforma da previdência, que buscam controlar os gastos públicos e gerar um ambiente mais favorável para o crescimento econômico.
No entanto, apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito. A dívida pública brasileira ainda é elevada e é preciso continuar trabalhando para que ela se mantenha em uma trajetória de queda. Isso porque, mesmo com a redução, a dívida pública federal ainda representa cerca de 75% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, o que é considerado alto se comparado a outros países.
Uma das medidas que o governo vem adotando para reduzir a dívida pública é a realização de leilões de títulos públicos, que permitem que o Tesouro capte recursos com investidores e ajude a financiar suas despesas. E os resultados desses leilões têm sido positivos, com taxas de juros mais baixas e uma demanda maior pelos títulos públicos, o que demonstra a confiança dos investidores na economia brasileira.
Além disso, também é importante destacar que a queda da dívida pública é benéfica para a população em geral. Com uma dívida menor, o governo pode reduzir os gastos com juros e direcionar esses recursos para investimentos em áreas importantes, como saúde, educação e infraestrutura. Isso pode gerar um impacto positivo na vida dos brasileiros, melhorando a qualidade dos serviços públicos oferecidos.
Outro dado que merece destaque é que, apesar da queda da dívida pública federal, o custo médio do estoque subiu de 11,




