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Câmara de Lisboa limita escolha por refeições vegetarianas nas escolas e enfrenta petição contra

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Câmara de Lisboa limita escolha por refeições vegetarianas nas escolas e enfrenta petição contra

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) anunciou que, a partir de 01 de janeiro de 2026, a opção vegetariana deixará de estar visível no painel de marcações das escolas da cidade. A medida vem causando polêmica e gerando discussões entre os encarregados de educação e a população em geral.

Ao receber um e-mail da CML na última terça-feira, os encarregados de educação foram informados sobre a decisão. A justificativa apresentada pela Câmara é que a opção vegetariana não tem sido amplamente procurada pelos alunos e, portanto, não é viável mantê-la no cardápio das escolas.

Essa decisão tem gerado opiniões divergentes entre os cidadãos. Alguns acreditam que a retirada da opção vegetariana é um retrocesso e uma falta de consideração com aqueles que optam por esse estilo de vida. Por outro lado, há aqueles que defendem que a medida é uma forma de economizar recursos públicos e que os alunos devem se adaptar às opções oferecidas.

Independentemente da opinião de cada um, é importante destacar que a CML tem se mostrado preocupada em oferecer uma alimentação saudável e balanceada nas escolas da cidade. A opção vegetariana foi incluída no cardápio das escolas em 2019, como parte das ações da Câmara para promover uma alimentação mais saudável para os estudantes.

No entanto, após dois anos de implementação, a opção vegetariana não teve uma adesão significativa por parte dos alunos. De acordo com dados da CML, apenas 5% dos alunos optavam pela refeição vegetariana, o que tornava inviável a manutenção da opção no cardápio.

Além disso, a retirada da opção vegetariana não significa que a alimentação oferecida nas escolas será prejudicada. A CML garante que as refeições continuarão sendo preparadas com alimentos de qualidade e seguindo as diretrizes nutricionais estabelecidas pelo Ministério da Educação. Haverá ainda a opção de escolher entre as refeições com carne ou peixe, garantindo uma alimentação balanceada para os alunos.

É importante ressaltar que a decisão da CML não é uma forma de discriminação ou desrespeito com aqueles que optam por não consumir carne. A medida visa apenas garantir a sustentabilidade do serviço de alimentação nas escolas, levando em consideração a baixa procura pela opção vegetariana.

Além disso, é importante destacar que a retirada da opção vegetariana do cardápio não impede que os alunos levem suas próprias refeições de casa. A CML incentiva e apoia a participação dos pais e responsáveis na alimentação dos estudantes, desde que sejam oferecidas opções saudáveis e equilibradas.

É compreensível que a decisão da Câmara tenha gerado desconforto em alguns pais e alunos, mas é importante entender que essa é uma medida necessária para garantir a qualidade e sustentabilidade do serviço de alimentação nas escolas.

É importante lembrar também que a CML tem implementado diversas ações para promover uma alimentação saudável nas escolas, como a realização de oficinas de culinária e a inclusão de frutas e verduras no cardápio. Essas ações serão mantidas e ampliadas, garantindo que os alunos tenham acesso a uma alimentação balanceada e nutritiva.

Portanto, é importante que os encarregados de educação e a população em geral entendam que a decisão da CML visa o bem-estar e a saúde dos alunos, além de garantir a sustentabilidade do serviço de alimentação nas escolas. A Câmara continua comprometida em oferecer uma educação de qualidade e uma alimentação saudável para os estudantes, e certamente

Tags: Prime Plus
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