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IPCA: Alívio nos alimentos em 2025 não deve se repetir em 2026, dizem economistas

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IPCA: Alívio nos alimentos em 2025 não deve se repetir em 2026, dizem economistas

Analistas apontam alta esperada nas carnes e menor efeito do câmbio como fatores de pressão no próximo ano

O ano de 2025 foi marcado por uma boa notícia para os consumidores brasileiros: a queda nos preços dos alimentos. No entanto, essa tendência pode não se repetir em 2026, de acordo com economistas que analisam o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O IPCA é o indicador oficial da inflação no Brasil e é utilizado pelo governo para monitorar a variação dos preços. Em 2025, o índice fechou em 4,52%, abaixo da meta estabelecida pelo Banco Central, que era de 5%. Uma das principais razões para essa queda foi a redução nos preços dos alimentos, que tiveram uma alta de apenas 1,87% no ano.

No entanto, os analistas alertam que essa situação pode mudar no próximo ano. A expectativa é que haja uma alta nos preços das carnes, que foram responsáveis por uma grande parte da queda nos preços dos alimentos em 2025. Além disso, o câmbio também pode ter um efeito negativo nos preços, já que a desvalorização do real em relação ao dólar pode encarecer os produtos importados.

A alta nas carnes é um fator que preocupa os economistas. Em 2025, o preço da carne bovina caiu 10,38%, enquanto a carne suína teve uma queda de 13,08%. Essa redução foi impulsionada pela maior oferta de animais para abate e pela queda nas exportações devido à pandemia da Covid-19. No entanto, a expectativa é que a demanda interna por carne aumente em 2026, o que pode levar a um aumento nos preços.

Além disso, o câmbio também pode ter um impacto significativo nos preços dos alimentos. Com a desvalorização do real, os produtos importados ficam mais caros, o que pode afetar o preço final dos alimentos. Isso porque muitos insumos utilizados na produção de alimentos são importados, como fertilizantes e defensivos agrícolas.

No entanto, os economistas ressaltam que a alta nos preços dos alimentos não deve ser tão expressiva quanto em anos anteriores. Isso porque o Brasil tem uma boa safra de grãos prevista para 2026, o que pode garantir uma oferta maior de alimentos e, consequentemente, preços mais estáveis.

Outro fator que pode ajudar a controlar a inflação é a política monetária do Banco Central. Em 2025, a taxa básica de juros, a Selic, atingiu o menor patamar da história, chegando a 4,25%. Isso estimulou o consumo e ajudou a manter os preços sob controle. No entanto, com a retomada da economia e a expectativa de aumento da inflação, o Banco Central pode optar por aumentar a Selic, o que pode ter um impacto positivo nos preços.

Apesar das preocupações com a alta nos preços dos alimentos e o efeito do câmbio, os economistas acreditam que a inflação deve se manter dentro da meta estabelecida pelo governo em 2026. Isso porque o Brasil tem uma boa perspectiva de crescimento econômico, o que pode aumentar a demanda por produtos e serviços e, consequentemente, a inflação.

Além disso, o país tem uma boa perspectiva para o mercado de trabalho, com a criação de novos empregos e o aumento da renda da população. Isso pode estimular o consumo e ajudar a manter a inflação sob controle.

Portanto, apesar das previsões de alta nos preços dos alimentos e do impacto do câmbio, os economistas acreditam que a inflação deve se manter em um patamar controlado em

Tags: Prime Plus
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