A recente decisão de realizar a eleição dos membros da Direção e do Conselho de Fiscalização da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores (CPAS) de forma exclusivamente eletrónica para o triénio 2026-2028, é uma demonstração clara do avanço tecnológico e da modernização do órgão responsável pela gestão da previdência dos profissionais da advocacia em Portugal. Esta iniciativa, além de reforçar a transparência e a eficiência do processo eleitoral, permite uma maior participação dos advogados e solicitadores na escolha de seus representantes.
A CPAS, criada em 1953, é uma instituição de grande relevância para a classe dos advogados e solicitadores, oferecendo proteção nas áreas da doença, invalidez, velhice e morte, bem como prestações de maternidade e paternidade. Com mais de 37500 associados, a CPAS tem como missão garantir a sustentabilidade das suas prestações e promover o bem-estar dos seus beneficiários. E agora, com a possibilidade de votação eletrónica, a CPAS entra numa nova era de modernização e agilidade na tomada de decisões.
A decisão de adotar a votação eletrónica para a eleição dos novos membros da Direção e do Conselho de Fiscalização da CPAS, foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Geral da Ordem dos Advogados (CGOA). Esta medida vem ao encontro de um desejo antigo dos profissionais da classe, que reivindicavam uma maior facilidade e segurança no processo eleitoral. A votação eletrónica também permite uma redução nos custos operacionais e uma diminuição do impacto ambiental, evitando o uso de papéis e deslocamentos físicos.
Dois candidatos disputam a liderança da CPAS para o próximo triénio, o advogado José Carlos Resende e o solicitador António Paulo Santos. Ambos possuem vasta experiência profissional e um forte comprometimento com a causa da previdência dos advogados e solicitadores. Esta é uma eleição que promete ser equilibrada e com propostas inovadoras para a gestão da CPAS.
A adoção da votação eletrónica também reforça a responsabilidade dos eleitores em escolher bem os seus representantes, uma vez que o processo é totalmente transparente e os resultados são imediatos. Além disso, a votação eletrónica permite que os profissionais em exercício fora do país também possam participar ativamente na eleição, ampliando ainda mais a democracia e a inclusão na CPAS.
É importante destacar que esta é uma iniciativa pioneira no âmbito das caixas de previdência em Portugal. A CPAS é a primeira a adotar a votação eletrónica, o que reforça o seu papel de vanguarda e de busca constante por melhorias para os seus associados. Esta é uma evolução que deve ser saudada e que certamente será seguida por outras instituições do setor.
É evidente que a eleição eletrónica para a escolha dos membros da Direção e do Conselho de Fiscalização da CPAS traz inúmeros benefícios para a classe dos advogados e solicitadores. Além de ser mais prática e eficiente, a votação eletrónica permite uma maior participação dos associados, a redução de custos e uma maior segurança no processo eleitoral. A CPAS está de parabéns por esta iniciativa e os profissionais da classe podem se orgulhar de ter uma instituição tão comprometida com a modernização e a transparência.
Por fim, é importante que todos os associados da CPAS participem ativamente deste processo eleitoral, exercendo o seu direito de voto e contribuindo para a escolha de uma gestão competente e





