No último frente a frente na SIC, os dois candidatos à Presidência da República, Marques Mendes e Marcelo Rebelo de Sousa, apresentaram suas propostas e visões para o futuro do país. Entre os temas discutidos, um dos mais relevantes foi o combate à corrupção, uma questão que tem sido uma preocupação constante dos portugueses.
Marques Mendes, candidato pelo Partido Social Democrata (PSD), anunciou uma medida que promete ser um marco no combate à corrupção: a criação de um Conselho de Estado para discutir a reforma da justiça. Segundo o candidato, este órgão será composto por representantes de diferentes setores da sociedade, incluindo juristas, magistrados, políticos e membros da sociedade civil, com o objetivo de debater e propor soluções para aprimorar o sistema judicial português.
A proposta de Marques Mendes é uma resposta às constantes denúncias de corrupção que têm abalado o país nos últimos anos. O candidato acredita que é preciso uma ação conjunta e colaborativa para combater esse mal que tem prejudicado a credibilidade das instituições e a confiança dos cidadãos. O Conselho de Estado seria um espaço de diálogo e reflexão, onde diferentes pontos de vista seriam ouvidos e debatidos, com o objetivo de encontrar soluções efetivas para o problema.
Além disso, Marques Mendes também propõe a criação de uma Procuradoria-Geral da República independente, com mandato fixo e sem possibilidade de reeleição, para garantir a imparcialidade e a autonomia do órgão responsável por investigar e processar casos de corrupção. O candidato também defende a criação de uma unidade especializada em crimes de corrupção, com recursos e estrutura adequados para atuar de forma efetiva na prevenção e combate a esse tipo de crime.
Marcelo Rebelo de Sousa, candidato pelo Partido Social Democrata (PSD), também apresentou suas propostas para o combate à corrupção. Entre elas, destaca-se a criação de um sistema de avaliação de desempenho para os magistrados, com o objetivo de garantir a eficiência e a transparência do sistema judicial. O candidato também defende a criação de uma base de dados nacional de bens e rendimentos dos políticos e funcionários públicos, para facilitar o controle e a fiscalização de possíveis casos de enriquecimento ilícito.
Ambos os candidatos concordam que é preciso uma atuação firme e determinada no combate à corrupção, mas diferem em algumas propostas e abordagens. Enquanto Marques Mendes aposta na criação de novos órgãos e medidas para aprimorar o sistema judicial, Marcelo Rebelo de Sousa defende uma maior fiscalização e transparência por parte dos próprios agentes públicos.
Independentemente das diferenças, é importante destacar que o combate à corrupção é uma questão urgente e que exige uma ação conjunta e efetiva de todos os setores da sociedade. É preciso que os candidatos à Presidência da República estejam comprometidos com essa causa e apresentem propostas concretas para enfrentar esse problema que tem afetado a vida dos portugueses.
Além disso, é fundamental que a população também faça sua parte, denunciando casos de corrupção e exigindo transparência e ética por parte dos agentes públicos. A corrupção é um mal que só pode ser combatido com a participação ativa e consciente de todos.
Em resumo, o frente a frente na SIC trouxe à tona uma questão crucial para o futuro do país: o combate à corrupção. Marques Mendes e Marcelo Rebelo de





