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Magnificus Horribilis rector

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Magnificus Horribilis rector

Magnífico horrível reitor: não estrague uma grande escola, deixe os estrangeiros interessarem-se por uma universidade com nome inglês que fica em Portugal e que é Made in Portugal.

Caro reitor,

Gostaria de começar este artigo expressando minha admiração pela sua posição como reitor de uma das maiores universidades do nosso país. Sua dedicação e comprometimento com a educação são dignos de elogios. No entanto, gostaria de chamar sua atenção para um assunto que tem me incomodado ultimamente.

Como estudante desta renomada universidade, tenho orgulho de fazer parte de uma instituição que tem um histórico de excelência acadêmica e de formação de profissionais competentes e qualificados. No entanto, tenho notado uma tendência preocupante que pode afetar a reputação e o prestígio da nossa universidade.

Refiro-me à adoção de nomes em inglês para cursos e programas oferecidos pela universidade. Entendo que essa prática pode ser vista como uma forma de atrair mais estudantes estrangeiros e aumentar a visibilidade da instituição no cenário internacional. No entanto, devemos ter cuidado para não perdermos nossa identidade e essência como uma universidade portuguesa.

Nossa universidade tem uma longa história e tradição, que devem ser valorizadas e preservadas. Não precisamos nos moldar aos padrões internacionais para sermos reconhecidos e respeitados. Pelo contrário, devemos nos orgulhar de sermos uma instituição de ensino superior “Made in Portugal”.

Além disso, é importante lembrar que a língua portuguesa é uma das mais faladas no mundo, com mais de 260 milhões de falantes. Por que, então, adotar nomes em inglês para cursos e programas que poderiam ser facilmente traduzidos para o nosso idioma? Isso pode afastar potenciais estudantes que não se sentem confortáveis com o inglês ou que preferem estudar em sua língua nativa.

Outro ponto a ser considerado é a diversidade cultural que a presença de estudantes estrangeiros traz para nossa universidade. Ao adotar nomes em inglês, podemos estar criando uma barreira linguística e cultural, dificultando a integração desses estudantes em nossa comunidade acadêmica.

Além disso, devemos lembrar que nossa universidade é financiada com recursos públicos e, portanto, deve atender às necessidades e interesses da população portuguesa. Não podemos ignorar os estudantes nacionais em prol de uma suposta “internacionalização”. Precisamos garantir que nossos cursos e programas atendam às demandas do mercado de trabalho em Portugal e preparem nossos estudantes para enfrentar os desafios do país.

Não estou sugerindo que devemos nos fechar para o mundo e não receber estudantes estrangeiros em nossa universidade. Pelo contrário, acredito que devemos incentivar e facilitar a vinda desses estudantes, mas sem perder nossa identidade e sem prejudicar a qualidade de ensino que oferecemos.

Portanto, caro reitor, peço que reflita sobre essa questão e considere a possibilidade de adotar nomes em português para cursos e programas oferecidos pela nossa universidade. Vamos mostrar ao mundo que somos uma instituição de excelência, com uma rica história e tradição, e que estamos abertos e acolhedores para receber estudantes de todas as nacionalidades.

Não estrague uma grande escola, deixe os estrangeiros interessarem-se por uma universidade com nome inglês que fica em Portugal e que é Made in Portugal. Vamos valorizar nossa língua, nossa cultura e nossa identidade. Juntos, podemos fazer da nossa universidade uma referência internacional, sem perder nossas raízes.

Agradeço sua atenção e espero que possamos trabalhar

Tags: Prime Plus
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