Fonte oficial do gabinete da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Maria da Graça Carvalho, confirmou à agência de notícias Lusa que a ministra não concorda com a designação de um profissional que não seja da área de energia para a EMER (Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental).
Maria da Graça Carvalho é professora e investigadora na área da Energia, com vasta experiência e conhecimento no setor. Sendo assim, é natural que a ministra defenda a nomeação de um profissional da área para liderar uma estrutura tão especializada, específica e vital como a EMER.
A EMER foi criada em 2006 com o objetivo de coordenar e promover a extensão da plataforma continental portuguesa, garantindo a soberania e os direitos de exploração dos recursos naturais do mar. É uma estrutura de extrema importância para o país, especialmente no que diz respeito à exploração de recursos energéticos.
A nomeação de um profissional que não seja da área de energia para liderar a EMER causou preocupação e descontentamento entre os especialistas do setor. Afinal, é preciso ter um profundo conhecimento e experiência na área para lidar com questões tão complexas e sensíveis.
A ministra Maria da Graça Carvalho, que também já ocupou o cargo de comissária europeia para a Ciência e Inovação, é uma das maiores referências em Portugal quando se trata de energia. Sua vasta experiência e conhecimento na área são reconhecidos nacional e internacionalmente.
Além disso, Maria da Graça Carvalho é uma defensora da importância da formação e capacitação de profissionais qualificados no setor energético. Em diversas ocasiões, a ministra já destacou a necessidade de investir em educação e pesquisa para garantir um futuro sustentável e competitivo para Portugal.
Portanto, a nomeação de um profissional que não seja da área de energia para liderar a EMER vai contra os princípios e valores defendidos pela ministra. É preciso ter um líder que entenda as complexidades e desafios do setor, que esteja atualizado com as últimas tecnologias e tendências e que tenha um compromisso real com o desenvolvimento sustentável.
A escolha de um profissional da área de energia para liderar a EMER também é uma forma de valorizar e reconhecer o trabalho dos especialistas portugueses neste setor. Portugal tem um grande potencial energético e é fundamental que tenhamos profissionais qualificados e comprometidos para explorar e desenvolver esses recursos de forma responsável e sustentável.
Além disso, a nomeação de um profissional da área de energia para liderar a EMER também é uma forma de garantir a continuidade e o sucesso das políticas energéticas do país. Afinal, é preciso ter uma visão estratégica e conhecimento técnico para tomar decisões que impactarão o futuro do setor energético em Portugal.
Em um momento em que o mundo enfrenta grandes desafios relacionados à energia, como a transição para fontes renováveis e a redução das emissões de gases de efeito estufa, é ainda mais importante ter um líder com expertise na área para guiar o país rumo a um futuro mais sustentável.
Portanto, a posição da ministra Maria da Graça Carvalho é totalmente compreensível e justificada. É preciso ter um profissional da área de energia à frente da EMER para garantir a eficiência e o sucesso da estrutura, além de valorizar e reconhecer o trabalho dos especialistas portugueses neste setor.
Esperamos que o governo reconsidere a nomeação e escolha um profissional da área de energia para liderar a EMER. Afinal, é preciso ter um líder que esteja alinhado com os valores e objetivos do país e