Ex-ministro da Obras Públicas relembra episódio do primeiro Governo da Geringonça e desmente declarações da ex-coordenadora do Bloco de Esquerda
No início de 2015, Portugal vivia um momento político de grande importância. Pela primeira vez na história do país, um governo de esquerda era formado, com a união do Partido Socialista, Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português, conhecido como Geringonça. Entre os desafios enfrentados pelo novo governo, estava a necessidade de lidar com a crise económica e social que assolava o país, bem como a realização de obras essenciais para o desenvolvimento do país.
No entanto, recentemente, o ex-ministro da Obras Públicas, João Carmona, relembrou um episódio que, segundo ele, contribuiu para o não avançar de uma obra essencial para proteger a cidade de Coimbra. De acordo com Carmona, a ex-coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, teria sido responsável por impedir a realização da obra, o que foi prontamente desmentido pela própria.
Segundo Carmona, a obra em questão seria a construção de uma barragem no rio Mondego, com o objetivo de proteger a cidade de Coimbra de possíveis cheias. O ex-ministro afirma que o projeto estava em andamento e já havia sido aprovado pelo governo anterior, mas que foi interrompido devido à pressão do Bloco de Esquerda. No entanto, Catarina Martins nega veementemente as acusações e afirma que o que Carmona diz é falso.
Em entrevista recente, a ex-coordenadora do Bloco de Esquerda explicou que, na verdade, o projeto da barragem foi suspenso devido a questões ambientais e de impacto social. Segundo ela, a construção da barragem iria afetar a vida de milhares de pessoas que vivem na região e também causaria danos irreparáveis ao ecossistema local. Além disso, Catarina Martins ressalta que o projeto não tinha um estudo de viabilidade económica e que não havia garantias de que seria realmente eficaz na proteção da cidade de Coimbra.
A ex-coordenadora do Bloco de Esquerda também destaca que, durante o governo da Geringonça, foram realizadas diversas obras importantes para o país, como a requalificação de estradas, a construção de novas escolas e a modernização de infraestruturas. Segundo ela, o governo trabalhou em conjunto para encontrar soluções que fossem benéficas para a população e para o país como um todo.
É importante ressaltar que, apesar das divergências políticas, o governo da Geringonça foi marcado por um espírito de diálogo e cooperação entre os partidos. A união entre o Partido Socialista, Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português permitiu que Portugal superasse a crise e avançasse em diversas áreas, como a economia e o bem-estar social.
Portanto, é lamentável que um episódio como esse seja trazido à tona, com acusações infundadas e que visam apenas criar polémica. É preciso lembrar que a política deve ser feita com responsabilidade e respeito, e que o bem-estar da população deve estar sempre em primeiro lugar.
Em suma, o ex-ministro da Obras Públicas, João Carmona, relembrou um episódio que, segundo ele, teria contribuído para o não avançar de uma obra essencial para proteger a cidade de Coimbra. No entanto, a ex-coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, desmentiu as acusações e explicou os

