Líderes do PS, Chega, Iniciativa Liberal e Bloco de Esquerda se pronunciam sobre a demissão da ministra Maria Lúcia Amaral
A demissão da ministra Maria Lúcia Amaral, que ocupava o cargo de Provedora de Justiça desde 2017, foi anunciada na última quarta-feira (14) pelo primeiro-ministro António Costa. A decisão foi tomada após a ministra ter sido acusada de violar o dever de isenção e imparcialidade no exercício das suas funções.
A notícia da demissão da ministra Maria Lúcia Amaral gerou reações entre os líderes dos principais partidos políticos em Portugal. O primeiro a se pronunciar foi o líder do Partido Socialista (PS), António Costa, que afirmou que a demissão da ministra foi uma decisão difícil, mas necessária para preservar a integridade e a credibilidade da Provedoria de Justiça.
Costa também ressaltou a importância do papel da Provedoria de Justiça na defesa dos direitos dos cidadãos e na garantia do bom funcionamento das instituições públicas. O líder do PS ainda agradeceu a ministra Maria Lúcia Amaral pelo trabalho realizado durante o seu mandato e desejou sucesso em seus futuros projetos.
Já o líder do partido de extrema-direita Chega, André Ventura, criticou a demissão da ministra e a classificou como uma “decisão política” do primeiro-ministro. Ventura afirmou que a demissão foi uma tentativa de calar a voz da ministra, que vinha denunciando casos de corrupção e abuso de poder no governo.
No entanto, o líder do Chega também elogiou o trabalho realizado pela ministra Maria Lúcia Amaral à frente da Provedoria de Justiça e destacou a importância da instituição na luta contra a corrupção e a defesa dos direitos dos cidadãos.
Por sua vez, o líder da Iniciativa Liberal (IL), João Cotrim de Figueiredo, afirmou que a demissão da ministra foi uma decisão acertada e que demonstra a preocupação do governo em manter a integridade das instituições públicas. Cotrim de Figueiredo também ressaltou a importância da Provedoria de Justiça na garantia dos direitos dos cidadãos e na fiscalização do poder público.
Já o líder do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, se mostrou surpresa com a demissão da ministra e afirmou que a decisão do primeiro-ministro foi precipitada. Martins também criticou a forma como a demissão foi conduzida, sem que a ministra tivesse a oportunidade de se defender das acusações.
No entanto, a líder do BE também destacou a importância da Provedoria de Justiça na defesa dos direitos dos cidadãos e na fiscalização do poder público. Martins ainda ressaltou a necessidade de uma reforma na instituição para garantir a sua independência e imparcialidade.
Apesar das divergências entre os líderes dos partidos, todos concordam que a demissão da ministra Maria Lúcia Amaral é uma oportunidade para fortalecer a Provedoria de Justiça e garantir a sua atuação efetiva na defesa dos direitos dos cidadãos e no combate à corrupção.
Agora, cabe ao governo escolher um novo nome para ocupar o cargo de Provedor de Justiça e garantir que a instituição continue cumprindo o seu papel fundamental na sociedade portuguesa. É importante que o novo Provedor seja uma pessoa íntegra, independente e comprometida com a defesa dos direitos dos cidadãos.
Em tempos de incertezas e desconfiança em relação às instituições públicas, é

