No dia 5 de janeiro, ocorreu um protesto que contou com o apoio da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo. O movimento foi liderado pelos Colégios de Ensino Especial CITP – Centro de Intervenção Técnico-Pedagógica, Colégio As Descobertas, Colégio Bola de Neve, Colégio Eduardo Claparède e Externato Alfredo Binet. O objetivo do protesto foi chamar a atenção para a importância do ensino particular e cooperativo e os desafios que essas instituições enfrentam.
A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo é uma entidade que representa mais de 1000 escolas particulares em todo o país. Essas escolas oferecem uma educação de qualidade, com um ensino personalizado e focado nas necessidades individuais de cada aluno. Além disso, essas instituições são responsáveis por uma grande parcela da educação em Portugal, atendendo a cerca de 20% dos alunos do ensino básico e secundário.
No entanto, o ensino particular e cooperativo tem enfrentado alguns desafios nos últimos anos. Um dos principais problemas é a falta de financiamento adequado por parte do governo. Essas escolas recebem menos recursos do que as escolas públicas, mas ainda assim são responsáveis por fornecer uma educação de qualidade. Isso muitas vezes resulta em dificuldades financeiras para as instituições e, consequentemente, na qualidade do ensino oferecido.
Além disso, a pandemia de COVID-19 também trouxe novos desafios para o ensino particular e cooperativo. Com a necessidade de implementar medidas de segurança e distanciamento social, as escolas tiveram que se adaptar rapidamente para garantir a segurança de alunos e funcionários. Isso exigiu um grande esforço financeiro e logístico, o que pode ser ainda mais difícil para essas instituições que já enfrentam dificuldades financeiras.
Diante desses desafios, os Colégios de Ensino Especial CITP – Centro de Intervenção Técnico-Pedagógica, Colégio As Descobertas, Colégio Bola de Neve, Colégio Eduardo Claparède e Externato Alfredo Binet decidiram se unir e promover o protesto de 5 de janeiro. O objetivo era chamar a atenção das autoridades e da sociedade em geral para a importância do ensino particular e cooperativo e a necessidade de apoio e reconhecimento.
O protesto foi um sucesso e contou com a participação de alunos, pais, professores e funcionários das escolas envolvidas, além de outras instituições de ensino particular e cooperativo de todo o país. O movimento foi pacífico e teve como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância dessas escolas e a luta por uma educação de qualidade.
O apoio da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo foi fundamental para a realização do protesto. A entidade tem sido uma voz ativa na defesa dos interesses dessas instituições e na luta por melhores condições de ensino. Além disso, a associação também tem trabalhado em parceria com o governo para encontrar soluções e garantir o reconhecimento e o apoio necessários para o ensino particular e cooperativo.
É importante destacar que o ensino particular e cooperativo desempenha um papel fundamental na educação em Portugal. Essas escolas oferecem uma educação de qualidade, com um ensino personalizado e focado nas necessidades individuais de cada aluno. Além disso, essas instituições são responsáveis por uma grande parcela da educação no país e contribuem para a diversidade e qualidade do sistema educacional.
Portanto, é fundamental que o governo reconheça a importância do ensino particular e





